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Elas também podem!

Para este Ironman 70.3 Panamá, que se completará este domingo 12 de fevereiro, também tem mulheres dispostas a dar tudo, por desejarem o nome do país entre os melhores.

Duas das melhores expoentes do Triathlon local, Cristina Mata e Gaby Aued têm a adrenalina a flor da pele,só esperando que chegue as 7:00 da manhã de domingo para começarem a travessia mais exigente que elas têm enfrentado em suas vidas esportivas.

"vou dar tudo e a última gota de suor; vai me custar, esta rota não é fácil, a desfrutarei quando me lembrar da corrida no domingo à noite em minha cama se Deus quiser”, disse Mata, que tem grande experiência em eventos internacionais.

Para Cristy, como a conhecem seus amigos, este ano não tem sido fácil, pois não tem o mesmo tempo que antes para treinar.

"Eu tenho treinado mais profundamente cada vez que eu tenho a oportunidade, porque já não disponho de tanto tempo como antes.O positivo é que cada vez que eu treino, eu levo muito a sério e me concentro", destacou.

Quanto a expectativa do tempo, Mata reconheceu que a última vez que ela fez uma metade, registrou o tempo de 5.26, "porém meu melhor tempo é 5,07", e que nunca fez esta rota.

“Não tenho idéia do que vai sair disso, oxalá me saia essa garra de que me aparece nas corridas, é muito emocionante, estar ou não entre as favoritas na competição, é uma competição e ninguém nunca sabe.” disse Mata

De sua parte, Gaby Aued disse estar pronta para a competição, apesar de que por questões de trabalho não tem podido treinar, como o fez no passado Ironman Cozumel que foi a final de Novembro do ano passado.

" Em dezembro me recuperei e em janeiro me compliquei porque eu tive que viajar muito seguido para o Equador", reconheceu a executiva e triatleta.

Algo que Aued tem muito claro é que "não importa o quanto bem preparada estás, as condições do sol e o calor são muito fortes, o que faz a etapa mais difícil da turnê.

Para Aued, que já tem sua classificação no Mundial Ironman 70.3 em Las Vegas, em Setembro próximo, assegura que "nunca" fará uma turnê suave"porque eu sempre dou o melhor de mim".

Tanto Mata como Aued foram consideradas por vários conhecedores do triatlón como as primeiras panamenhas a cruzar a meta, situação que enche de orgulho a Gaby.

"Que eu saia como uma das melhores perspectivas é uma honra, porque eu tenho todo o amor e o foco para dar ao meu país," disse Aued.

De sua parte, Mata considera que " o melhor é relaxar, comer bem e desfrutar da batalha que se aproxima".

" O país está cheio de figuras internacionais que muitos não reconhecem, a mim me emociona muitíssimo estar rodeada de gente com tanto nível" finalizou Mata.

Segundo os organizadores do evento, já chegaram ao país todos os triatletas profissionais e só esperam que o domingo seja um grande dia.