Em relação a América Latina, ocupou o segundo lugar entre os países mais competitivos, superado só pelo Chile.Entretanto, segue fraco em áreas como institucionalidade, educação, transparência, entre outras.Alguns dos fatores negativos para fazer negócios no país são a corrupção, e a burocracia do governo, segundo o relatório.
Para Nicólas Ardito Barletta, diretor do Centro Nacional de Competividade de Panamá, esta melhoria se deve tomar como um estímulo, para seguir crescendo, e trabalhar para que o país seja cada vez mais competitivo.
Há três anos, Panamá se mantém nas 50 primeiras posições por aspectos como sua infraestrutura de transporte, portos, estabilidade macro econômica, o desenvolvimento do mercado financeiro e os fluxos de investimento estrangeiro direto.O Governo tem implementado umas 30 medidas para melhorar a competitividade do país.




