Aproveitando a intimidade da jovem com os soldados, Don Segundo de Villarreal, orientador da opinião política dos cidadãos de La Villa, convocou a Rufina Alfaro, junto a um grupo de voluntários a uma reunião nos arredores do povoado, Don segundo pede um favor a Rufina que espiásse o quartel dos soldados espanhóis, Rufina conhecia o profundo ressentimento popular, que existia contra a coroa, o que a convenceu de que devia atuar rapidamente para apoiar o ato independentista, ela aproveitava os encontros com os soldados espanhóis, para filtrar informação com o fim de realizar o ato, sem derramamento de sangue.
Seguindo as instruções de Don segundo, Rufina entra no quartel dos soldados espanhóis, percebendo que os soldados estavam descuidados, alguns conversando e outros jogando e que não tinham suas armas preparadas, pelo que decidiu sair dando sinais, aos conspiradores para que tomassem a cidade e rodeassem o quartel, sem resistência dos soldados, a tomada do quarteis se fez com pedra e paus, até que as armas ficaram em mãos do povoado e ao amanhecer do dia 10 de novembro de 1821, Rufina encabeçava uma marcha na qual gritava "viva a liberdade".
Este sucesso é conhecido como o Grito de independência da Villa de Los Santos, e iniciará um processo de revoltas em várias cidades do istemo, finalizando com a declaração da independência de Panamá, no dia 28 de novembro de 1821.
A principal atividade, que se realizará neste distrito é o desfile cívico, que iniciará na rua Simón Bolívar, e será regido pelas normas dadas pelo Ministério de Educação, especialmente as delegações de colégios e suas bandas, que desfilaram.



