Nosso país poderá converter-se em uma potência geradora de atividade esportiva a nível internacional, não só por suas facilidades hoteleiras, passeios atrativos, bons hotéis de praia, isso para não dizer das compras, que são um verdadeiro ímã. Contamos com muito boas equipes de beisebol, bola ao cesto, voleibol e muitos campos de golfe.
Penso que estão concentrando esforços de maneira isolada, nossas federações e o Governo não conseguiram ver com grande alcance o impacto econômico. Um exemplo claro foi o mundial de surf, o segundo que foi realizado em nosso país, evento, que deixou importantes ganhos no interior do país. Não percebemos ainda que o Panamá está na moda, já se fala de nós como destino turístico, existe interesse por visitar-nos e se é assim, porque não aproveitarmos esta conjectura para tirar o melhor proveito possível.
Já é hora de todas as federações esportivas, junto com o Governo, não só planejarem competições internacionais em diferentes disciplinas esportivas, mas também, que se plantem objetivos a curto, médio e longo prazo para fazer o turismo esportivo uma realidade.
Os hondurenhos desfrutaram nosso país ao máximo em curto tempo, ainda assim, o benefício podia ter sido melhor, a gestão destes turistas no estádio não foi fácil e mais ainda se não há facilidades para que os ônibus disponham de uma área de estacionamento adequado.A federação vendeu ingressos de estacionamento para veículos particulares, não para os ônibus, que requerem um espaço maior, sobre tudo para manobrar dentro da área.
Em cada atividade esportiva, cultivaram experiências, estar presente em cada uma delas me dá ferramentas necessárias para falar com propriedade. Chegar a um acordo parece difícil, mas quando há objetivos bem definidos, tudo pode ser possível, mais ainda quando se trata de nossos atletas, os benefícios comerciais, o turismo e sobre todas as coisas temos que pensar em nosso país, seria a melhor maneira de agirmos como pátria.




