Este centro de investigação para América Latina estava radicado no Brasil e este ano se incluiu a Lei 6 de 10 de fevereiro de 1998 da Cidade do Saber, a qual lhe permite desenvolver atividades científicas e tecnológicas, a qual trata da exoneração de incentivos fiscais de trabalho e migratórios.
Agora, desde o Panamá se coordenam todas as atividades de investigação e desenvolvimento clínico de novas vacinas, assuntos médico, epidemologia, segurança e fármaco-economia, ao tempo que se coordenam as interações médico/científicas, entre GSK vacinas, e o Escritório Panamericano da Saúde.
Algumas das vantagens de selecionar o país estão em sua posição geográfica e facilidade de comunicação com os centros de investigação da América do Sul , América do Norte e Europa.
De 2005 a 2010, GSK tem investido cerca de 30 milhões de dólares em atividades de investigação de vacinas clínicas-médicas, que incluem análises clínicas, estudos epidemiológicos e análises de economia da saúde.
María Mercedes Castrejón, diretora médica de investigação e assuntos médicos para América Central, o Caribe e regiões andinas, explicou que as operações no país de GSK datam de 1949, quando eram conhecidos como Sterling Products. Mais tarde, a companhia passou por uma série de fusões e não foi até o ano de 2000 quando se converteu em GlaxoSmithKline
Eduardo Ortega, vice-presidente de GSV Vacinas, manifestou que a renomada operação de GSK vacinas Panamá conta com 76 colaboradores diretos, e emprega profissionais através de organizações de investigação clínica.A equipe no Panamá está composta por locais, argentinos, venezuelanos, colombianos e costa-riquenhos.
No Panamá, a farmacêutica, que atualmente exporta produtos de saúde para 15 mercados da América Latina, mantém em operações quatro unidades de negócios:manufatura, unidade logística e distribuição, força de vendas e o centro de operações de investigação clínica e assuntos médicos de vacinas.




