Panamá oferece à aviação um dos aeroportos mais atraentes da região, que tem se convertido em um importante centro de convenções com muitas portas de embarque, uma alta média por hora de pousos e decolagens com avanços tecnológicos, e com atrações de restaurantes e lojas duty-free. Além disso, a presença das Linhas Aéreas Copa, com mais de 64 destinos em 29 países e o apoio governamental a indústria, fazem do ocorrido no Panamá, um modelo de sucesso.
Pela segunda vez nos últimos três anos, líderes empresariais desta indústria se reúnem no Panamá para determinar novas estratégias de segurança e eficiência. São mais de 600 líderes de 43 linhas e 43 empresas relacionadas com a aviação comercial, que assistem o evento anual mais importante da região.
“Neste fórum de ALTA estão 90% dos lugares da região. Uma indústria que cresce 6% anualmente” disse Roberto Kriete Presidente de ALTA.
Enquanto isso, Salo Shamah, Administrador Geral da ATP, assinalou que o sucesso de um destino se baseia na aviação e no número de assentos com que conta.
O bom momento da aviação latina americana se baseia nos fatos, como o crescimento econômico de 13% das economias e que há 200 milhões de pessoas, que fazem parte de uma classe média com maior poder aquisitivo.
De seu lado, Alex de Gunten, Diretor Executivo de ALTA, assinalou que o que é bom para a aviação, é bom para os países e deu como exemplo os 7, 500 empregos, que gera as Linhas Aéreas Copa e os $300 milhões anuais em investimento.
Pedro Heilbron assinalou que este investimento anual é um número médio que se repetirá nos próximos cinco anos e que será destinado a aviões, tecnologia e capacitação de pessoal entre outros itens




