As declarações do representante regional de Unodc se deram durante a apresentação do relatório anual de transparência na gestão pública por parte do Conselho Nacional de Transparência contra a Corrupção. O relatório concluiu que 35 instituições governamentais cumprem com os princípios estabelecidos na Lei 6 de 22 de janeiro de 2002, que dita normas para a transparência na gestão pública.
Abigail Benzadón, secretária executiva do conselho, destacou os ganhos alcançados por Panamá, em matéria de transparência e mudança da administração pública, através da tecnologia. Neste aspecto, Roberto Bruneau, membro da Aliança Cidadã Pro Justiça, assinalou que apesar do relatório apresentado pelo Conselho Nacional de Transparência, a cidadania não percebe esse progresso na gestão transparente de seus funcionários e nos temas públicos.
A única mensagem, que realmente recebe a cidadania é a percepção de corrupção na gestão dos recursos do Estado e seus grandes projetos, igualmente na gestão das situações do Ministério Público e Orgão Judicial, pontualizou Bruneau. As instituições reconhecidas receberam ontem o Prêmio Prisma de Transparência 2012.
Benzadón explicou que as instituições avaliadas cumprem com as exigências a nível internacional, que são a transparência, participação cidadã, tecnologia e rendição de conta do funcionário.




