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Panamá se coloca como líder em transparência

35 instituições públicas cumprem com os regulamentos estabelecidos na Lei de Transparência de 2002, as quais foram premiadas no dia de ontem. Panamá se coloca como o país líder na cooperação internacional na luta contra a corrupção, manifestou Amado Philip de Andrés, representante regional da Oficina de Nações Unidas, contra a Droga e o Delito (Unodc)para a América Central e o Caribe. Philip de Andrés ressaltou a atuação de Panamá para blindagem contra a corrupção a nível nacional e internacional.

As declarações do representante regional de Unodc se deram durante a apresentação do relatório anual de transparência na gestão pública por parte do Conselho Nacional de Transparência contra a Corrupção. O relatório concluiu que 35 instituições governamentais cumprem com os princípios estabelecidos na Lei 6 de 22 de janeiro de 2002, que dita normas para a transparência na gestão pública.

Abigail Benzadón, secretária executiva do conselho, destacou os ganhos alcançados por Panamá, em matéria de transparência e mudança da administração pública, através da tecnologia. Neste aspecto, Roberto Bruneau, membro da Aliança Cidadã Pro Justiça, assinalou que apesar do relatório apresentado pelo Conselho Nacional de Transparência, a cidadania não percebe esse progresso na gestão transparente de seus funcionários e nos temas públicos.

A única mensagem, que realmente recebe a cidadania é a percepção de corrupção na gestão dos recursos do Estado e seus grandes projetos, igualmente na gestão das situações do Ministério Público e Orgão Judicial, pontualizou Bruneau. As instituições reconhecidas receberam ontem o Prêmio Prisma de Transparência 2012.

Benzadón explicou que as instituições avaliadas cumprem com as exigências a nível internacional, que são a transparência, participação cidadã, tecnologia e rendição de conta do funcionário.