Mas na composição do produto interno bruto (PIB), o setor de transporte e telecomunicações é o que maior oferta registra com cerca de 24%; enquanto que o de minas e pedreiras só contribui com cerca de 17% e o da construção contribui para o PIB 7.2%.
Frank De Lima, ministro de Economia e Finanças, durante a apresentação do relatório de gestão correspondente ao fechamento da vigência fiscal 2012, explicou que Panamá é uma das economias mais invejadas na região latino americana pelo desenvolvimento econômico, que tem registrado, economia que cresceu durante os primeiros nove meses de 2012 a 10.7% e que tem mantido um crescimento sustentável, que permeia os 8.4% durante os últimos oito anos.
Este auge econômico, segundo o titular de Economia, tem trazido resultados concretos para o país, como o foi conseguir escalar nove pontos nos níveis de competitividade, que coloca o Panamá na posição N° 40 (de 144) dentro do Informe Global de Competitividade do Fórum Econômico Mundial, e em segundo lugar, entre os países Latino americanos mais competitivos.
Na linha do desempenho econômico, De Lima destacou que de 2009 até a data atual , tem se criado 180 mil 338 postos de trabalho, o que tem ajudado a reduzir os níveis de desemprego a 4%; que para 2010 se encontrava em 6.5% e para 2011 marcaram 4.5%.
No relatório do MEF se destaca a importância dos programas de interesse social como a Rede de Oportunidades e 100 para os 70, que têm ajudado a diminuir os índices de pobreza em 25.8%, em comparação com o ano passado, que se localiza em 27.6%.Com respeito à pobreza extrema, esta se situa em 10.4%, o que segundo as autoridades do MEF, reflete que cerca de 300 mil habitantes têm saído da pobreza desde 2006 até a data.




