De Lima explicou que o crescimento econômico está sendo gerado pelos setores de: minas e pedreiras (32%), construção (32%), hotéis e restaurantes (11%), transporte e telecomunicações (10.4%); intermediação financeira (9%).Além do aumento de arrecadação, que está acima do que foi orçado.Para o economista Juan Jované, as projeções do MEF quase coincidem com as do Fundo Monetário Internacional e a Comissão Econômica para a América Latina, que tem dito que o crescimento será de 7.5%, o que representa uma desaceleração de 10.5%, que se terá para este ano.
Isto vai se acentuar a medida que terminem as obras de construção, disse Jované.Jované explicou que este crescimento econômico se tem conseguido graças ao investimento estrangeiro e qualquer modificação, que se dê com uma menor contribuição de financiamento externo, poderá fazer com que a economia não cresça a 7.5%, como se tem previsto.Jované também adicionou que uma vez se finalize a ampliação do Canal de Panamá e a construção dos mega projetos, que sustentam a economia, o país ficará bastante endividado.
Para Rolando Gordón, decano da Faculdade de Economia da Universidade de Panamá, para 2013, o crescimento não será tão grande como este ano, porque já há alguns grandes projetos de construção , que haverão terminado e os níveis de investimento estrangeiro no Panamá serão menores.
Por outro lado, a crise mundial, que não tem terminado, possivelmente se começará a sentir , pela diminuição de mercadoria no contêineres, que passem pelo canal.O crescimento vai ser muito parecido ao de 2011, a única coisa ruim, é que o preço dos alimentos terminará com uma inflação de 8% mais do que o custo por mês, em 2011 e no geral, enquanto que o custo de vida se elevou em 5%, prejudicando o bolso da maioria da população.




