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Festival del Corpus Christi

O livro "Vasco Núñez de Balboa e Os Cronistas de Índias” , apresentado esta terça-feira no Panamá, por seu autor, o espanhol Luis Blas Aritio, mostra que o descobridor do oceano Pacífico foi “ um conquistador mais pacífico que os outros”.Aritio declarou para Efe, que o livro “oferece luz para muitas coisas de Balboa”, entre elas que “para Espanha e Panamá é muito importante a figura deste senhor, que se diferencia dos outros conquistadores pela enorme visão que teve de tratar os índios de uma maneira mais pacífica.”

Disse que a “única atrocidade”, que pode ter cometido é “castigar a prática da sodomia, que encontrou entre alguns aborígenes, de acordo com as leis da época, que a consideravam delito. A obra que recolhe os mais importantes momentos do conquistador espanhol foi apresentada como parte das atividades do V Centenário do Descobrimento do Oceano Pacífico. É um livro profundo e com muita informação, científica e histórica “balizou. Assinalou que ele levou três anos de investigação nos arquivos das Índias e de outros lugares, além de percorrer Santo Domingo (República Dominicana), onde Balboa viveu a sua juventude, a selva panamenha de Darién, por ar e terra, incluso o caminho que o levou a praia, onde avistou o Pacífico, batizado mar do Sul, a 29 de setembro de 1513.

A obra de mais de 400 páginas, é o primeiro livro de história, que escreve Aritio, doutor em Biologia, que tem elaborado mais de 50 de sua especialidade, segundo disse a Efe. O documento foi apresentado dentro dos limites das ruínas de Panamá Viejo, a primeira cidade espanhola fundada as margens do oceano Pacífico, pelo próprio Aritio, que contou com a colaboração dos escritores e historiadores María del Carmen Mena (catedrática na Universidade de Sevilha, Espanha e Omar Jaén Suárez (Panamá).

A publicação reúne os principais aspectos das crônicas, viagens, atividades e aspectos da vida de Vasco Nuñez de Balboa, desde sua infância e juventude, sua família, seu povoado natal e suas vivências como comerciante. 



Durante a apresentação, se destacou que o livro, igualmente leva em consideração os elementos históricos de Panamá e o valor, que adquiriu o Istmo para o mundo, depois de saber da existência de um novo mar. Em outra das fases da obra, começa a analisar o impacto que representou para o mundo o fato de que veio a conhecer um novo oceano, neste caso o Oceano Pacífico, mudando a história da navegação, o transporte e a comunicação mundial. A primeira dama de Panamá, Marta de Martinelli, presidenta da Comissão do V Centenário do Descobrimento do Oceano Pacífico; ministros de Estado e membros da Comissão Nacional do V Centenário assistiram a apresentação do livro.

Os atos com motivo do V Centenário do Descobrimento do Pacífico começaram em outubro passado, com a inauguração de uma escultura comemorativa em Panamá. Além disso, no passado 18 de janeiro, se apresentou a restauração da fonte de batismo do descobridor do Pacífico, na localidade de Jerez dos Caballeros, berço de Núñez de Balboa.Esta atividades culminarão na XXIII Cúpula Ibero americana, que se celebrará no Panamá em outubro próximo.