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Turismo de saúde

Turista não só é aquele que viaja a um destino para explorar museus, lugares arqueológicos ou parques recreativos.

Também há aqueles que visitam outros países para, além de conhecer sua oferta cultural receber um serviço ou tratamento de saúde de alta qualidade, mas a custos mais convenientes para os seus bolsos, do que se você tivesse custeado em seus lugares de origem. 

O turismo médico ou a medicina globalizada tem chegado para ficar.A tendência indica que em 2015 esta indústria poderá gerar mais de 100 mil milhões de dólares no mundo, e Panamá fará esforços para insinuar-se neste mercado.

Hoje, no Hotel Riu acontecerá a “Panasalud 2013”, a primeira conferência internacional de turismo médico, que se realiza no istmo, organizada pela agência de comunicação de saúde saludpanama.com

Seu diretor, Luis Santamaría, disse que o evento contará com um expositor nacional e seis internacionais, os quais foram convidados para este evento depois de haverem conhecido seus trabalhos em diversas conferências de turismo médico, que se têm realizado em anos anteriores em Miami, Chicago e Los Angeles(Estados Unidos), assim como em Bogotá e Medellin (Colômbia).

Trazer conhecimento e cultura no campo de turismo médico ao país, de maneira que esta indústria gere benefícios ao istmo, é a meta da conferência, comenta Santamaría.

O turismo médico é em essência, a compra de serviços de saúde ou de medicina especializada, por parte de um paciente, em lugares distintos a seu povoado, ou cidade de residência, explica Santamaría.

Quase 50% dos serviços consumidos em turismo médico são tratamentos dentais, reconstrutivos, restaurativos ou estéticos, de acordo com a Associação de Turismo Médico.

“As cirurgias de substituição de quadril e joelho são muito solicitadas por pacientes, que buscam preço, mas também por pacientes que não têm problemas de dinheiro e o que desejam é qualidade e segurança.As cirurgias opcionais, do tipo estético, também são muito consumidas, no momento”, menciona Santamaría.

Entretanto, isto não descarta que para os grandes compradores nos Estados Unidos, setores de Europa e a própria América Latina, os serviços de tratamentos de tipo oncológico, terapias de células mãe e outras nove tecnologias, não se vão a converter em algo muito atraente, esclarece.

Fonte: www.laprensa.com.pa