O Panamá está se voltando cada vez mais ao entretenimento com investimentos rentáveis, por isso, muitos empresários querem que o país se converta na “Las Vegas da América Latina”.
Os cassinos geraram no país receitas no ano passado que superaram os US$ 600 milhões, apenas nas máquinas de jogo, o que dá maior força a esta proposta, sem contar que graças aos concertos internacionais, tem sido feitas produções que vão de US$ 100 mil a US$ 1 milhão.
Alfredo Arias, de ShowPro, ressaltou que um dos desejos é ver o Panamá convertido na “Las Vegas da América Latina”.
Arias expôs que na chamada Cidade Mundial do Entretenimento, Las Vegas, desde que o turista desembarca do avião, ele pode desfrutar de mais de quarenta atividades, e “que isso é o que tem que ser feito no Panamá e precisamente, desde já se está trabalhando nisso”.
Em nosso país já se estão suscitando muitos eventos de forma simultânea e esta situação nos torna interessantes como destino, destacou.
Apesar disso, disse que diferente de Las Vegas, teríamos margens lucrativas do setor bancário, bem como dos lugares de compras e praias.
“Temos que ir trabalhando no tema de entretenimento, para que o turista chegue e se entere destes benefícios”, acrescentou.
Manifestou que os cassinos devem ser levados em conta, porque são parte primordial em todo este assunto.
Cassinos
Atualmente, no Panamá, existem mais de quinze cassinos, os quais pagaram ao Estado no primeiro trimestre deste ano, US$ 4,3 milhões, segundo cifras do Ministério de Economia e Finanças (MEF).
O MEF, além disso, menciona que se está em trâmite operar outros quatro [cassinos], que em funcionamento, deixariam receitas de US$ 4 milhões por ano.
Porém, mais que o número, manifestou Jaime Campuzano, vice-presidente da Câmara de Turismo, o que se deve destacar é que estes negócios não só oferecem jogos, mas apresentam também espetáculos, danceterias e restaurantes convertendo-os em pequenos centros de entretenimento.
Ernesto Orillac, assessor da Autoridade de Turismo do Panamá (ATP), destacou que a maioria destes cassinos estão dentro dos hotéis, que tem mais de 300 quartos.
Indicou que isto se converte em um valor agregado dentro de uma infraestrutura de tipo hoteleiro.
Para quem se dedica à indústria dos cruzeiros como Olga Jiménez, presidenta do Royal Caribbean do Panamá, o desenvolvimento dos espetáculos serão um fator interessante, para os viajantes de outras nações.
Concluiu que quem viaja em “uma das 3400 camas que passam pelo Panamá”, poderão ir, por exemplo, à exposição dos Soldados Terracota e já não terão que ir até Washington DC, onde se precisaria de visto americano.
Os cassinos geraram no país receitas no ano passado que superaram os US$ 600 milhões, apenas nas máquinas de jogo, o que dá maior força a esta proposta, sem contar que graças aos concertos internacionais, tem sido feitas produções que vão de US$ 100 mil a US$ 1 milhão.
Alfredo Arias, de ShowPro, ressaltou que um dos desejos é ver o Panamá convertido na “Las Vegas da América Latina”.
Arias expôs que na chamada Cidade Mundial do Entretenimento, Las Vegas, desde que o turista desembarca do avião, ele pode desfrutar de mais de quarenta atividades, e “que isso é o que tem que ser feito no Panamá e precisamente, desde já se está trabalhando nisso”.
Em nosso país já se estão suscitando muitos eventos de forma simultânea e esta situação nos torna interessantes como destino, destacou.
Apesar disso, disse que diferente de Las Vegas, teríamos margens lucrativas do setor bancário, bem como dos lugares de compras e praias.
“Temos que ir trabalhando no tema de entretenimento, para que o turista chegue e se entere destes benefícios”, acrescentou.
Manifestou que os cassinos devem ser levados em conta, porque são parte primordial em todo este assunto.
Cassinos
Atualmente, no Panamá, existem mais de quinze cassinos, os quais pagaram ao Estado no primeiro trimestre deste ano, US$ 4,3 milhões, segundo cifras do Ministério de Economia e Finanças (MEF).
O MEF, além disso, menciona que se está em trâmite operar outros quatro [cassinos], que em funcionamento, deixariam receitas de US$ 4 milhões por ano.
Porém, mais que o número, manifestou Jaime Campuzano, vice-presidente da Câmara de Turismo, o que se deve destacar é que estes negócios não só oferecem jogos, mas apresentam também espetáculos, danceterias e restaurantes convertendo-os em pequenos centros de entretenimento.
Ernesto Orillac, assessor da Autoridade de Turismo do Panamá (ATP), destacou que a maioria destes cassinos estão dentro dos hotéis, que tem mais de 300 quartos.
Indicou que isto se converte em um valor agregado dentro de uma infraestrutura de tipo hoteleiro.
Para quem se dedica à indústria dos cruzeiros como Olga Jiménez, presidenta do Royal Caribbean do Panamá, o desenvolvimento dos espetáculos serão um fator interessante, para os viajantes de outras nações.
Concluiu que quem viaja em “uma das 3400 camas que passam pelo Panamá”, poderão ir, por exemplo, à exposição dos Soldados Terracota e já não terão que ir até Washington DC, onde se precisaria de visto americano.
Fonte: PAdigital.com.pa
Autor: Dimar Díaz Nieto




