O primeiro festival de Cine do Istmo está na volta da esquina. Do dia 11 a 18 de abril, o Festival Internacional de Cine de Panamá projetará umas 50 produções.
Nos últimos dias, o nome de Panamá tem circulado por diversos meios de comunicação internacionais no que se refere à matéria de cine.
O canadense Henk Van der Kolk, arquiteto de profissão e um dos fundadores do Festival Internacional de Cine de Toronto (TIFF, por suas siglas em inglês), tem a culpa de que o nome do Istmo esteja muito em voga graças a seu próximo reto: o Festival Internacional de Cine de Panamá (IFF Panamá, por suas siglas em inglês).
Agora que o TIFF leva 36 anos sendo realizado na sua terra natal, Van der Kolk se propôs organizar em Panamá o IFF do dia 11 ao 18 de abril de 2012.
Para isso, o canadense tem aproveitado a atual versão do TIFF que se realiza em Toronto para dar a conhecer o festival panamenho.
Com este novo filho, Van der Kolk planeja apresentar 50 produções cinematográficas, e eventualmente criar uma escola de cine no país, disse ao sitio thestar.blogs.com.
“Iremos com 50 produções no primeiro ano, mas todas serão jóias”, agregou a publicação Screendaily.com.
Para o financiamento deste projeto, Van der Kolk teve em contato com o Governo de Panamá e tem o respaldo da Autoridade de Turismo de Panamá (ATP)
Ernesto Orillac, da ATP, manifestou na publicação em linha que “o IFF que sucederá em Panamá em 2012 é uma oportunidade única de mostrar ao mundo os maravilhosos assuntos que estão sucedendo em Panamá. Nosso país conta com diferentes regioes e cores e mostra isto através de filmes, que ao ser vistos ao redor do mundo, é uma maneira genial de promover as belezas de Panamá”.
PARA EXPORTAR AO ISTMO
A junta diretiva do festival panamenho está conformada por cineastas panamenhos e representantes da indústria local do entretenimento como Pituka Ortega Heilbron ( quem está atualmente no festival de Toronto), Abner Benaim, Luis Pacheco, assim como Também o musico e ator Rubén
Blades, ex-administrador da ATP.
A Van der Kolk, esta oportunidade que tem Panamá de expor seu talento cinematográfico lhe recorda o Canadá no ano de 1976, quando se iniciou o TIFF em Canadá. “Em 1976 nossa prensa não tinha nenhum interesse em nós como cineastas canadenses. Por isso, fizemos um festival de cine para que o mundo conheça”, registrou Screendaily.com.
Panamá tem um mundo de vantagens, opina, já que o festival que vem se espera atrair “ a cultura de viajantes” com uma nova oferta para os visitantes de festivais de Cine que contam com o orçamento para recorrer o mundo e desfrutar da sétima arte.
Fuente: La Prensa.com
Autor: Rella Rosenshain
Para el financiamiento de este proyecto, Van der Kolk ha estado en contacto con el Gobierno de Panamá y cuenta con el respaldo de la Autoridad de Turismo de Panamá (ATP). Ernesto Orillac, de la ATP, manifestó en la publicación en línea que “el IFF que sucederá en Panamá en 2012 es una oportunidad única de enseñarle al mundo los maravillosos asuntos que están sucediendo en Panamá. Nuestro país cuenta con diferentes regiones y colores y enseña esto a través de filmes, que al ser vistos alrededor del mundo, es una manera genial de promover las bellezas de Panamá”. PARA EXPORTAR AL ISTMO La junta directiva del festival panameño está conformada por cineastas panameños y representantes de la industria local del entretenimiento como Pituka Ortega Heilbron (quien está actualmente en el festival de Toronto), Abner Benaim, Luis Pacheco, así como también el músico y actor Rubén Blades, exadministrador de la ATP.
A Van der Kolk, esta oportunidad que tiene Panamá de exponer su talento cinematográfico le recuerda a Canadá en el año de 1976, cuando se inició el TIFF en Canadá. “En 1976, nuestra prensa no tenía ningún interés en nosotros como cineastas canadienses. Por eso, hicimos un festival de cine para que el mundo nos conozca”, registró Screendaily.com Panamá tiene un mundo de ventajas, opina, ya que con el festival venidero se espera atraer “a la cultura de viajeros” con una nueva oferta para los visitadores de festivales de cine que cuentan con el presupuesto para recorrer el mundo y disfrutar del séptimo arte. “Al hacerlo en abril, la gente del hemisferio norte estará pasando el invierno, por lo que muchos querrán estar en la playa, y eso se puede hacer en Panamá (...) El istmo es un acceso fácil con vuelos directos a Europa y Norteamérica”.
Fuente: La Prensa.com Autor: Rella Rosenshain