Estratégia “Panamá é possível” deixa receita de mais de US$ 25 milhões

A campanha publicitária “Panamá é possível”, lançada em conjunto pela Autoridade de Turismo de Panamá (ATP) e a Companhia Panamenha de Aviação (Copa Airlines) deixou no país mais de US $25 milhões de receita, de acordo com os cálculos realizados por estas entidades.

Durante os meses de julho a novembro de 2013 se conseguiu atrair cerca de 393.000 passageiros no Panamá, isto inclui cerca de 39.300 adicionais como resultado da estratégia. De acordo com o ministro de Turismo de Panamá Salomón Shamah, o investimento que fez o Estado panamenho foi de US$ 2,5 millhões, pelo qual a recuperação do investimento foi um sucesso e os cofres do Estado receberam mais de US $ 3milhões diretamente desta promoção.

Marco Ocando, diretor de marketing da linha área, disse que a campanha se fez através de meios internacionais, especialmente digitais e dos canais internos com os que conta Copa, como anúncios sobre o Panamá, na revista abordo, ou os vídeos emitidos durante os vôos. Da mesma forma se criou um microsite, com informação. A mesma se realizou principalmente nos países como Colômbia, México e Brasil, este último foi o que maior porcentagem de passageiros somou, cerca de 25% e o turismo de compras foi o de maior venda.

Ocando, explicou que o cálculo de se ter uma meta de 17,000 novos passageiros, calculando o impacto do investimento, leva em conta uma média de quatro dias, que fica cada passageiro, e que gasta cerca de US$678.

De seu lado, o vice-ministro de Turismo Ernesto Orillac, disse que a cifra de US$25 milhões está baseada na estadia de quatro dias, que rende aproximadamente US$ 25 milhões e calculados pelos dados da balança de pagamentos da Controladoria da República, levando em conta, além disso, US$ 8, 1 milhões em despesas de compra, mais o imposto de transferência de bens e móveis (ITBMS), somariam cerca de US$2,5 milhões mais. Indicou que esta não inclui S$1,5 milhão mais em taxas aeroportuárias.

Quanto à próxima etapa da campanha, Shamah disse que ainda estão analisando se vão continuar e de que forma o estariam fazendo, porque não quer fazer um “copy/paste”, mas sua opinião é que se deveria fazer e desta vez incluir outros membros do setor, e não só a Copa, entre estes os hotéis e agências de viagem. Também advertiu que a ATP não conta com esta linha dentro do orçamento e que a primeira versão se financiou através de um crédito extraordinário do governo.

Um dado adicional que proporcionaram os executivos e funcionários foi que para a Black Friday se transportaram mais de 28,000 passageiros e esta cifra não estava incluída dentro dos resultados da campanha “Panamá é possível”.

Fonte: www.anpanama.com